- 17:09Almirante cotado para presidência discursa na 'Cimeira do que vem a seguir' sobre proteção das águas territoriais de Portugal
- 16:16Marrocos garante nova linha de crédito de 4,5 mil milhões de dólares do Fundo Monetário Internacional e diz que é uma rede de segurança
- 15:32Polícia Judiciária lidera buscas ao Banco de Portugal e outras entidades públicas
- 12:39Sismo na Birmânia: número de mortos ultrapassa os 3.000
- 12:12O mais pequeno robô voador sem fios do mundo foi inventado.
- 11:38Marrocos volta a ocupar o 12º lugar no ranking da FIFA
- 11:17Três multimilionários marroquinos no ranking Forbes 2025
- 10:42Mercados mundiais abalados após tarifas de Trump
- 09:54Cooperação Parlamentar Sul-Sul: Marrocos, um parceiro fundamental para o Parlamento Andino
Siga-nos no Facebook
Restaurar o sistema tributário dos RNH
O sistema fiscal dos residentes não habituais será reintroduzido, por decreto, pelo que não terá de passar pelo Parlamento, disse hoje o ministro das Finanças.
Trata-se do novo sistema de atração de talentos, denominado IFICI+, que é uma das 60 medidas introduzidas pelo governo no pacote de dinamização da economia, e que se baseia no antigo sistema para residentes não habituados.
Joaquim Miranda Sarmiento, na conferência de imprensa realizada após o Conselho de Ministros, referiu que “o anterior governo, no Orçamento do Estado de 2024, estabeleceu uma norma na lei dos benefícios fiscais”, enquanto o executivo vai agora regulamentar o procedimento através de um decreto .
“Vamos regulamentar esta regra através de um decreto abrangendo exclusivamente os rendimentos das categorias A e B, que terá uma taxa de 20% para os não residentes que tenham começado a residir em Portugal e que não tenham aqui residido nos últimos cinco anos e não beneficiem de este momento do sistema anterior que foi criado em 2009.
O ministro das Finanças já tinha falado desta medida numa entrevista ao Financial Times, publicada hoje, onde referiu que iria “excluir dividendos, mais-valias e pensões, o que tem sido um problema entre Portugal e países como a Finlândia ou a Suécia”.
Comentários (0)