Urgente 16:03 Como os clubes de ciência de Conacri estão inspirando uma nova geração de futuros cientistas 16:00 Espanha: Um morto e 18 feridos após incêndio em instalação de saúde mental em Pamplona 16:00 Espanha: Um morto e 18 feridos após incêndio em instalação de saúde mental em Pamplona 15:45 O boom da cerveja em Yaoundé transforma negócios de bairro e a vida social 15:40 Trump anuncia Força de IA enquanto debate sobre regulação de IA nos EUA se intensifica 15:30 Síria prende ex-general da era Assad à medida que a busca por responsabilização se expande 14:52 Mark Carney em Saint-Pierre-et-Miquelon: um encontro com Emmanuel Macron em meio a tensões regionais 14:06 Espanha: incêndio em um centro psiquiátrico em Pamplona deixa uma morta e 18 feridos 13:45 Irã exige fim da guerra e do bloqueio naval antes da reabertura do Estreito de Ormuz 13:29 Bachelet retira-se da corrida pela liderança da ONU enquanto a disputa entra em nova fase 11:32 Síria: prisão de um ex-alto funcionário da Guarda Republicana de Assad 11:32 Síria: prisão de um ex-alto funcionário da Guarda Republicana de Assad 11:17 Marrocos-Canadá: Montreal recebe um dia dedicado ao investimento e parcerias econômicas 11:17 Volvo Cars nomeia Klaus Zellmer como novo CEO para suceder Håkan Samuelsson 11:12 Cisjordânia: um israelense morto, suspeito preso pelas forças israelenses 11:08 Cuba: a eletricidade retorna progressivamente após nova queda nacional 11:08 Cuba: a eletricidade retorna progressivamente após nova queda nacional 11:07 Peru: jornalista e candidata regional é morta a tiros durante sua campanha 11:07 O México expõe o Codex Azcatitlan, um manuscrito histórico preservado na França 10:57 Ebola na RDC: o número de mortes ultrapassa 3.600 em uma epidemia de alto risco 10:56 Camarões: Paul Biya retorna a Yaoundé após 73 dias na Europa 10:56 Gemini do Google acessa sistemas informáticos ao adivinhar credenciais 10:56 Indonésia: novas vítimas encontradas após naufrágio de um ferry no mar de Java

PGR. Inquérito ao anterior primeiro-ministro ainda corre

Terça-feira 09 Julho 2024 - 12:00
PGR. Inquérito ao anterior primeiro-ministro ainda corre

Procuradora declara que há “pessoas com responsabilidades de relevo na vida da nação” que fazem parte de uma campanha para denegrir a PGR

A Procuradora-Geral da República disse esta segunda-feira que o inquérito ao ex-primeiro ministro António Costa ainda “está a decorrer”. Antes da sua ida ao Parlamento para prestar esclarecimentos sobre o relatório anual de atividades do Ministério Público, a Lucília Gago, em entrevista à RTP, explicou que o “estatuto do ex-primeiro-ministro é um estatuto de testemunha, não é de arguido”.

Sobre o inquérito relativo a António Costa e à Operação Influencer, Lucília Gago especificou que “o ex-primeiro-ministro não foi constituído arguido naquele momento” e que se “o inquérito não foi agora encerrado, haverá diligências que estão ainda a impedir que o despacho final deste inquérito tenha sido proferido”.

“O magistrado que escutou o Primeiro-Ministro entendeu que não havia indícios e não o constitui como arguido, sendo que o inquérito ainda está a decorrer”, afirmou, garantindo que ainda não está terminado. 

O mesmo já tinha afirmado o procurador Rosário Teixeira, na semana passada em entrevista à SIC, quando foi questionado: se está inocente porque é que ainda não houve despacho de arquivamento, tendo respondido que é um processo evolutivo. 

Na entrevista à RTP desta segunda-feira, a procuradora dá um exemplo para justificar a abertura do inquérito que levou à demissão de António Costa para mostrar que “não se pode ter dois pesos e duas medidas”: “Se uma mulher, num crime de violência doméstica, se queixa que o marido a agride, nós não temos a figura do pré-inquérito. A mera alusão à prática de um crime obriga o Ministério Público à instauração de inquérito”. 

Na primeira entrevista que concedeu em seis anos, a procuradora afirma que o parágrafo relativo a António Costa na Operação Influencer “é da minha responsabilidade e do gabinete de imprensa, tal como a sua divulgação. Numa operação que envolveu buscas, detenções, na residência oficial do Primeiro-Ministro, houve o cuidado de fazer essa menção”, explicou Lucília Gago sobre o parágrafo 

“Ninguém disse que o Primeiro-Ministro à data estava indiciado pela prática de um crime. A avaliação do senhor Primeiro-Ministro é uma avaliação pessoal que não cabe ao MP fazer”, acrescentou.

“Quando fui à presidência da República, o comunicado já estava feito. O que acontece é que este não pode ser difundido porque ainda havia, nesse momento, uma detenção por consumar. Não iríamos avançar com a divulgação pública de uma operação que ainda não estava completa”, explicou sobre a visita a Marcelo Rebelo de Sousa, antes da divulgação do comunicado.

Sobre se o Ministério Público deve um pedido de desculpa a António Costa, Lucília Gago refere que “o Ministério Público não deve um pedido desculpas a qualquer outro cidadão”. “Não há ninguém acima da lei” e não “há essa vontade [de perseguir políticos] no Ministério Público, isso é um absurdo”, acrescentou.

Naquela que foi a primeira entrevista dada desde a polémica queda do governo socialista – e que Lucília Gago garante ter sido agendada antes dos requerimentos dos deputados para dar explicações na Assembleia da República, negando ter pedido qualquer adiamento -, a procuradora declara que há “pessoas com responsabilidades de relevo na vida da nação” que fazem parte de uma campanha para denegrir a PGR. “Estou absolutamente consciente de que há uma campanha orquestrada”, afirmou.

A procuradora-geral da República Lucília Gago termina o mandato nos próximos três meses e vai à Assembleia da República convocada pelo Bloco de Esquerda e pelo PAN.


  • Fajr
  • Amanhecer
  • Dhuhr
  • Asr
  • Maghrib
  • Isha

Leia mais

Este site, walaw.press, utiliza cookies para lhe proporcionar uma boa experiência de navegação e melhorar continuamente os nossos serviços. Ao continuar a navegar neste site, você concorda com o uso desses cookies.