Migração: Estados-membros da ONU reafirmam compromisso com o Pacto de Marraquexe
Os Estados-membros das Nações Unidas reafirmaram, na sexta-feira, em Nova Iorque, o seu compromisso com o Pacto Global para uma Migração Segura, Ordenada e Regular, conhecido como “Pacto de Marraquexe”, adotado em 2018. Esta reafirmação ocorreu no final do Segundo Fórum Internacional de Revisão sobre Migração, realizado de 5 a 8 de maio na sede da ONU.
Na declaração final adotada no final do fórum, os países participantes examinaram os próximos passos necessários para enfrentar os desafios da migração, aproveitando as oportunidades que esta apresenta até 2030. As discussões centraram-se nos progressos alcançados e nas prioridades futuras, incluindo os direitos dos trabalhadores migrantes, a identidade legal, o desenvolvimento de vias migratórias seguras e regulares, a preservação de vidas e o reforço da cooperação internacional ao longo das rotas migratórias.
A Presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas, Annalena Baerbock, realçou que a migração é uma realidade humana inevitável. Segundo a mesma, a questão essencial não é se a migração é positiva ou negativa, mas sim se é gerida de forma adequada e colectiva.
Esta sublinhou que nenhum Estado pode gerir as questões migratórias sozinho, acreditando que só a cooperação internacional estruturada pode abordar eficazmente estes desafios. “Este é precisamente o objetivo do Pacto Global e do multilateralismo”, afirmou.
Por sua vez, a Diretora-Geral da Organização Internacional para as Migrações e Coordenadora da Rede das Nações Unidas sobre Migração, Amy Pope, reiterou que todo o Estado soberano tem o direito de definir as suas prioridades em matéria de migração, sublinhando que todos os migrantes devem ser tratados com dignidade e em conformidade com os seus direitos fundamentais.
O fórum destacou ainda a importância das consultas multissetoriais. Uma sessão informal realizada a 4 de maio reuniu migrantes, organizações da sociedade civil, associações da diáspora, representantes religiosos, autoridades locais, sindicatos, parlamentares e instituições nacionais de direitos humanos.
Ao longo de quatro dias, mesas-redondas, debates políticos e sessões públicas proporcionaram uma oportunidade para examinar as principais prioridades em matéria de migração à luz das consultas realizadas a nível local, nacional e regional, reforçando assim o compromisso colectivo de promover uma governação da migração mais humana e coordenada.
-
09:47
-
09:36
-
09:29
-
09:28
-
09:15
-
09:10
-
09:06
-
08:51
-
08:45
-
08:41
-
08:30
-
08:26
-
08:16
-
08:12
-
07:44
-
07:42
-
07:31
-
07:25
-
07:15
-
07:08
-
07:08
-
07:05
-
20:00
-
19:30
-
19:10
-
18:49
-
18:32
-
18:15
-
17:50
-
17:33
-
17:15
-
16:47
-
16:33
-
16:20
-
16:15
-
15:53
-
15:48
-
15:35
-
15:28
-
15:10
-
14:49
-
14:47
-
14:30
-
14:10
-
14:04
-
14:03
-
13:48
-
13:42
-
13:35
-
13:30
-
13:25
-
13:21
-
13:17
-
13:14
-
13:13
-
13:07
-
12:45
-
12:26
-
12:10
-
11:47
-
11:30
-
11:11
-
11:02
-
10:57
-
10:55
-
10:48
-
10:45
-
10:27
-
10:15
-
10:10
-
09:53