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Marrocos ocupa a 41ª posição no Índice Global de Responsabilidade de 2026

Quinta-feira 19 Fevereiro 2026 - 20:49
Marrocos ocupa a 41ª posição no Índice Global de Responsabilidade de 2026

Marrocos ocupa a 41ª posição entre 154 países no Índice Global de Responsabilidade de 2026, com uma pontuação de 0,5274 em 1, o que o coloca na categoria de países com responsabilidade média. Esta informação consta de um relatório publicado por um think tank internacional em colaboração com a Universidade Jawaharlal Nehru e o Instituto Indiano de Gestão de Mumbai.

O índice assenta em quatro pilares fundamentais: governação ética, proteção social, responsabilidade ambiental e responsabilidade internacional. Utiliza dados de instituições líderes como o Banco Mundial, a Organização Mundial de Saúde, a Organização Internacional do Trabalho e o World Justice Project.

Na região do Magrebe, Marrocos lidera o ranking, à frente da Tunísia (52.º lugar, com uma pontuação de 0,5196), da Líbia (65.º lugar, com 0,5093), da Argélia (116.º lugar, com 0,4579) e da Mauritânia (137.º lugar, com 0,4304). O Egito ocupa a 119ª posição, com uma pontuação de 0,4555.

No mundo árabe, o Reino também se destaca, ultrapassando vários países do Golfo, entre os quais os Emirados Árabes Unidos (75º lugar), Omã (108º lugar), Kuwait (114º lugar), Arábia Saudita (128º lugar) e Qatar (141º lugar). Este desempenho confirma a sua posição como líder regional em matéria de responsabilidade institucional e social.

A nível africano, Marrocos ocupa o terceiro lugar, atrás das Maurícias (27º com 0,5352) e da Namíbia (40º com 0,5278), mas à frente da África do Sul (88º com 0,4854) e da Nigéria (136º com 0,4354).

A nível global, Singapura ocupa o primeiro lugar com uma pontuação de 0,6194, enquanto a República Centro-Africana ocupa a última posição com 0,3572, ilustrando as lacunas persistentes entre os Estados em termos de governação, responsabilidade social e desempenho ambiental.

Este ranking reflecte os esforços de Marrocos para consolidar políticas públicas integradas sobre governação responsável e desenvolvimento sustentável, reforçando ao mesmo tempo a sua posição a nível regional e internacional.


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