Marrocos destacado entre exemplos da ONU de mediação e participação pública
Marrocos foi destacado em um relatório das Nações Unidas que examina o papel das instituições nacionais de direitos humanos na mediação, coordenação e participação pública como ferramentas para promover o desenvolvimento.
A menção a Marrocos aparece no relatório anual do Mecanismo de Especialistas sobre o Direito ao Desenvolvimento, apresentado em conexão com a 63ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU.
O relatório menciona especificamente Marrocos no contexto de um diálogo temático sobre “participação pública como ferramenta para o desenvolvimento”, realizado durante a 12ª sessão do Mecanismo de Especialistas sobre o Direito ao Desenvolvimento.
Marrocos foi citado ao lado do Quênia e do México como exemplo de países onde as instituições nacionais de direitos humanos desempenharam um papel fundamental na mediação e coordenação. De acordo com o relatório, esse envolvimento pode ajudar a alinhar as políticas públicas mais de perto com as necessidades e expectativas da sociedade civil.
O documento da ONU também destacou a participação de Marrocos na 13ª sessão do Mecanismo de Especialistas, realizada em Nova York, listando o país entre os Estados membros da ONU que fizeram declarações gerais durante os procedimentos.
Marrocos também apareceu nas listas de participantes tanto da 12ª quanto da 13ª sessões, ao lado de representantes de organizações da sociedade civil marroquina, incluindo a Liga Marroquina para a Cidadania e Direitos Humanos.
Referências a Marrocos aparecem notavelmente nos parágrafos 15 e 29 do relatório, bem como na seção final que lista os participantes, refletindo o engajamento do país com o mecanismo da ONU dedicado ao direito ao desenvolvimento.
O Mecanismo de Especialistas sobre o Direito ao Desenvolvimento reporta ao Conselho de Direitos Humanos e examina diferentes dimensões do direito ao desenvolvimento, promovendo a troca de experiências e boas práticas. Seu trabalho também se concentra em fortalecer a participação de governos, instituições nacionais e sociedade civil nas políticas e processos de desenvolvimento.
A inclusão de Marrocos entre os exemplos citados no relatório destaca a crescente atenção internacional dada ao papel das instituições nacionais de direitos humanos em facilitar o diálogo, a mediação e a coordenação entre as autoridades públicas e a sociedade civil.
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