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Trump rejeita ideia de capturar Putin após operação contra Maduro
O presidente dos EUA Donald Trump descartou qualquer esforço liderado pelos EUA para capturar o presidente russo Vladimir Putin, afirmando que tal ação não seria necessária, considerando sua relação passada com o líder russo. Os comentários surgiram durante uma reunião na Casa Branca com executivos de petróleo e gás explorando investimentos no setor de petróleo da Venezuela após a recente remoção de Nicolás Maduro do poder. Trump respondeu a uma pergunta de um jornalista sobre considerar uma abordagem similar contra Putin dizendo: "Não acho que será necessário." Ele expressou decepção, destacando sua relação historicamente forte.
Trump também abordou o conflito em curso entre Rússia e Ucrânia, retratando-o como um dos conflitos internacionais mais fáceis de resolver. Ele afirmou ter resolvido oito guerras anteriormente e antecipou um caminho direto adiante. Destacando reveses recentes, ele apontou para pesadas perdas russas – 31.000 pessoas no último mês, incluindo muitos soldados – e o mau estado da economia russa.
A pergunta surgiu após uma ousada ação militar dos EUA em 3 de janeiro em Caracas, capital da Venezuela. Explosões abalaram a cidade, seguidas de blecautes e atividade aérea no céu, levando as autoridades venezuelanas a acusarem os EUA de agressão militar e declararem estado de emergência. Forças americanas detiveram Maduro e sua esposa, transportando-os para os Estados Unidos para enfrentar acusações de tráfico de drogas e posse ilegal de armas automáticas.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy aludiu à operação na Venezuela em comentários amplamente interpretados como referência a uma ação potencial contra a liderança russa. Ele sugeriu que, se os EUA pudessem confrontar ditadores decisivamente ali, "eles sabem o que fazer em seguida" – uma declaração vista por muitos como direcionada à liderança de Putin.