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O pior das cheias em Portugal já passou

Quarta-feira 11 Fevereiro 2026 - 13:15
O pior das cheias em Portugal já passou

A queda acentuada no fluxo do rio Tejo indica que o pior das cheias pode já ter passado em Santarém, mas a persistência das chuvas e a saturação do solo mantêm o Plano de Emergência em alerta máximo, segundo a Defesa Civil.

“Às 11h, os caudais em Almourol, nas descargas acumuladas das barragens de Fratel, Pracana e Castelo de Bode, situam-se na ordem dos 3.500 metros cúbicos por segundo (m³/s). Isto significa que os caudais do Tejo e também do Zêzere estão a diminuir consideravelmente”, declarou à Lusa o presidente da Comissão de Proteção Civil do Distrito de Santarém, Manuel Jorge Valamatos, que também preside à Câmara Municipal de Abrantes.

De acordo com os dados hidrométricos registados às 11h, as descargas das barragens de Castelo de Bode (1.008 m³/s), Pracana (159 m³/s) e Fratel (2.350 m³/s) totalizaram 3.517 m³/s no ponto de medição em Almourol (Vila Nova da Barquinha).

Esses valores representam uma queda significativa em comparação com os registrados na segunda-feira, quando Almourol teve 4.003,9 m³/s ao meio-dia, e também contrastam com os picos do fim de semana, que variaram entre 7.000 e 7.800 m³/s, após altas superiores a 8.600 m³/s terem sido registradas na quinta-feira, situação que levou à ativação do alerta vermelho.

Valamatos considerou que os dados mais recentes apontam para uma inversão da tendência mais crítica.

“Com base nas informações que temos, acreditamos que não teremos níveis de vazão como os que tivemos anteriormente. As situações mais graves já passaram”, disse ele, citando informações da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e dos comandos sub-regionais da Proteção Civil.

Apesar disso, o funcionário destacou que a situação continua a gerar grande preocupação em vários níveis devido às chuvas persistentes e aos solos saturados.

“Infelizmente, continuamos com altos índices pluviométricos, o solo está muito encharcado, o processo de drenagem é difícil, os córregos continuam com vazão muito alta e, obviamente, permanecemos em uma situação preocupante”, afirmou.

O presidente da Comissão Distrital de Proteção Civil explicou que, embora as barragens a montante de Almourol tenham aumentado a sua capacidade nas últimas horas, a chuva persistente em solos já saturados continua a representar vários riscos ativos, nomeadamente deslizamentos de terras e enchentes.

“Enquanto a chuva persistir, continuaremos com altos níveis de preocupação e teremos que permanecer muito vigilantes. O alerta vermelho do plano de emergência para inundações no rio Tejo permanecerá ativo”, declarou ele.

O prefeito estima que ainda sejam necessários “mais um ou dois dias” para que a situação se estabilize de forma mais consistente e permita o avanço para a fase de recuperação.


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