Urgente 14:49 JOJ Dakar 2026: a chama olímpica faz escala no Senegal 14:38 Paris apazigua a crise com Washington após polêmica sobre direitos humanos 14:13 Trump rejeita apelos para desacelerar a corrida da inteligência artificial 14:07 Ténis: Marrocos conquista três títulos africanos na categoria U14 14:03 Kosovo: Albin Kurti reconduzido ao cargo de Primeiro-Ministro 13:57 Crise em Ceuta: Espanha acelera retornos para o Marrocos 13:50 Síria: ataques israelenses registrados perto de Beit Jinn, a oeste de Damasco 13:27 Marrocos-Turquia: exportações turcas ultrapassam 2,4 bilhões de dólares em sete meses 13:21 França: Macron e Lecornu atingem novos recordes de impopularidade 12:27 Canadá-União Europeia: Mark Carney explora uma aproximação inédita com Bruxelas 11:31 Iémen: mais de 2.000 pessoas chegam a Djibuti para escapar dos combates 11:08 Christine Lagarde acredita no potencial de crescimento da Europa 10:49 Grécia-Turquia: Mitsotakis defende o diálogo enquanto reafirma as linhas vermelhas de Atenas 10:01 Gastroenterite em crianças: os bons reflexos para limitar os riscos 09:54 Brics: a China quer criar uma zona de IA de código aberto 09:51 Turquia: oposição denuncia adesões a Erdogan 08:29 OpenAI: Sam Altman descarta uma IPO em 2026 08:26 Vanuatu: um ferry afunda, um morto e mais de 30 pessoas desaparecidas 07:51 Céline Dion aposta em uma preparação esportiva intensa para retornar aos palcos 07:47 US Open: Elena Rybakina celebra um feito histórico em Nova York 07:44 Croácia: um incêndio ameaça as habitações na ilha de Brac após devastar 3.000 hectares 07:41 Chile: quase 300 detenções durante manifestações que marcam 53 anos do golpe de Estado 07:38 Indonésia: um ferry naufragado, um morto e mais de 100 pessoas resgatadas 07:35 Obama pede aos democratas que levem a sério os riscos da inteligência artificial 07:29 Iémen: mais de 76.000 pessoas deslocadas desde julho devido à intensificação dos combates 07:23 Hyundai prepara seu próprio sistema de assistência à condução para 2029 07:18 Chile: 16 idosos morrem em incêndio em casa de repouso 07:17 Nepal: dez dias preso em um túnel, o relato comovente de um sobrevivente das inundações 16:06 Uganda: o rei Oyo enterrado em meio a disputas sobre sua sucessão 15:51 Bahrein recusa reunião com o Irã sobre o estreito de Ormuz

O Japão se prepara para uma missão inédita às luas de Marte

Quinta-feira 20 Agosto 2026 - 13:28

O Japão está prestes a dar um novo passo na exploração do sistema marciano. No dia 20 de outubro, um foguete H3 deve decolar de Tanegashima com a sonda MMX a bordo, projetada para coletar amostras de uma das luas de Marte e trazê-las de volta à Terra. Uma missão científica ambiciosa que pode trazer novas pistas sobre a formação do sistema solar.

Um encontro espacial marcado para 20 de outubro

A data já está definida. A agência japonesa de exploração aeroespacial (JAXA) prevê o lançamento da missão Martian Moons eXploration, mais conhecida como MMX, para o dia 20 de outubro de 2026.

A sonda será impulsionada por um foguete H3 a partir do centro espacial de Tanegashima. A decolagem está programada para às 04h41, horário japonês, ou seja, 19h41 GMT do dia 19 de outubro.

Esta missão não tripulada visa um objetivo particularmente ambicioso: alcançar o ambiente de Marte, estudar suas duas luas e coletar materiais de sua superfície antes de iniciar o retorno à Terra.

Phobos no centro da missão

A MMX deve se concentrar especialmente em Phobos, a maior das duas luas naturais de Marte. O estudo desta pequena lua pode permitir que os cientistas compreendam melhor sua origem e, mais amplamente, a história do ambiente marciano.

A coleta de amostras é um dos elementos mais importantes da missão. Sua análise na Terra oferecerá aos pesquisadores um nível de precisão difícil de alcançar apenas com os instrumentos a bordo de uma sonda.

Os materiais trazidos podem assim fornecer informações sobre a composição de Phobos e contribuir para o debate científico sobre a origem das luas marcianas.

Uma missão internacional

Embora liderada pelo Japão, a MMX se insere em uma cooperação internacional. O projeto envolve, entre outros, agências espaciais americanas e europeias, além de universidades e empresas especializadas em tecnologias espaciais.

Essa colaboração ilustra a crescente complexidade das missões de exploração remota, que exigem competências complementares que vão desde a propulsão até a navegação espacial, passando pela instrumentação científica e pelo design dos sistemas de retorno de amostras.

Compreender as origens do sistema solar

Além de Marte e suas luas, os cientistas esperam que os dados coletados pela MMX permitam retroceder mais na história cósmica.

O estudo de materiais provenientes de um corpo celeste relativamente pouco evoluído pode, de fato, fornecer pistas sobre as condições que prevaleciam nas primeiras etapas da formação do sistema solar.

A missão também pode contribuir para pesquisas dedicadas às condições que favoreceram o surgimento da vida na Terra. Sem trazer uma resposta definitiva a essa questão, a análise das amostras e dos dados coletados ao redor de Marte pode enriquecer a compreensão dos processos que moldaram os diferentes mundos do sistema solar.

Com a MMX, o Japão busca assim desempenhar um papel importante em uma nova geração de missões espaciais: aquelas que não se contentam mais em observar mundos distantes, mas que ambicionam trazer diretamente fragmentos para a Terra.


  • Fajr
  • Amanhecer
  • Dhuhr
  • Asr
  • Maghrib
  • Isha

Leia mais

Este site, walaw.press, utiliza cookies para lhe proporcionar uma boa experiência de navegação e melhorar continuamente os nossos serviços. Ao continuar a navegar neste site, você concorda com o uso desses cookies.