A ONU reafirma o seu apoio à liberdade de imprensa
As Nações Unidas reafirmaram o seu compromisso com a liberdade de imprensa e o direito dos jornalistas a exercerem a sua profissão sem impedimentos ou pressões, no meio de críticas às restrições impostas a certos órgãos de comunicação russos na União Europeia.
Numa conferência de imprensa em Nova Iorque, o porta-voz do Secretário-Geral da ONU, Stéphane Dujarric, afirmou que a organização defende "firme e incondicionalmente" a liberdade de imprensa e o direito dos jornalistas a realizarem a sua missão em todo o mundo.
Esta declaração surge em resposta a questões sobre as medidas tomadas pela União Europeia contra os meios de comunicação russos, as dificuldades em credenciar os jornalistas russos e as acusações de limitação de pontos de vista alternativos sob o pretexto de combater a desinformação.
Stéphane Dujarric enfatizou a necessidade de permitir que os profissionais dos media trabalhem sem enfrentar obstáculos ou ameaças adicionais que possam restringir as suas atividades.
Por sua vez, o presidente russo, Vladimir Putin, acusou recentemente os países ocidentais de dificultarem o trabalho dos media russos, alegando que estes "temem a verdade".
O conflito entre a Rússia e a Ucrânia continua a ter um impacto devastador na segurança dos jornalistas. Segundo relatos, pelo menos trinta jornalistas, correspondentes e fotógrafos russos, bem como os seus acompanhantes, perderam a vida desde o início da operação militar na Ucrânia, em consequência de bombardeamentos, ataques aéreos e atentados.
Entre as vítimas encontram-se repórteres de guerra, fotógrafos e membros dos gabinetes de imprensa de vários meios de comunicação russos que operam nas zonas de conflito.
Neste contexto, a ONU apela ao respeito pelo trabalho dos jornalistas e reitera a importância de garantir a proteção dos profissionais dos media em zonas de conflito.
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