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Cimeira do G20: América suspende participação e China intensifica movimentos internacionais
O ministro dos Negócios Estrangeiros chinês, Wang Yi, está esta semana numa mini viagem pela Europa, incluindo a sua participação na Conferência de Segurança de Munique. A conferência, denominada “Davos da Defesa”, realiza-se anualmente na capital alemã da Baviera entre 14 e 16 de fevereiro e reúne os principais especialistas geopolíticos do mundo.
Wang deverá visitar o Reino Unido e a Irlanda a partir de quarta-feira e depois seguirá para Nova Iorque para participar numa reunião sobre governação global nas Nações Unidas. Participará também na reunião ministerial do G20 agendada para 20 e 21 de fevereiro na África do Sul.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Guo Jiaqun, disse que Wang pretende defender o “multilateralismo” e a cooperação internacional.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, anunciou na quarta-feira que não participará nas reuniões do G20 deste mês na África do Sul, acusando o Governo do país anfitrião de definir uma agenda "anti-americana".
“O G20 deve reforçar o espírito de parceria e cooperação para o crescimento económico global e conduzir a governação global para um caminho mais justo e razoável”, afirmou Goh.
O presidente dos EUA, Donald Trump, impôs novas tarifas à China e a alguns aliados tradicionais dos EUA, aumentando os receios de uma guerra comercial global.
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