- 17:08Uma parceria crescente entre Marrocos e o Cazaquistão
- 15:02Número de mortos no sismo em Myanmar sobe para mais de 3.400, intensificam-se os esforços de ajuda internacional
- 14:22Marrocos reforça a sua liderança em energia limpa com um grande projecto de armazenamento de electricidade.
- 13:25Fosfato marroquino: um pilar estratégico para o desenvolvimento africano e melhoria da segurança alimentar.
- 12:46Marrocos está a tornar-se a porta de entrada da China para África e para a Europa.
- 23:59"Mãos ao alto!" Manifestações em massa em cidades dos EUA contra Trump e Musk.
- 23:03Marrocos assina acordo de armamento com os EUA que fará da sua força aérea a mais avançada.
- 15:30O dirham marroquino é a terceira moeda mais forte de África, de acordo com um novo ranking.
- 14:13O Reino de Marrocos é a “melhor” porta de entrada para África
Siga-nos no Facebook
Marrocos, um parceiro activo da NATO na vizinhança do sul
Marrocos é um "parceiro activo" da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) na vizinhança sul, com a qual a Aliança "quer reforçar a sua cooperação", afirmou Javier Colomina, Representante Especial do Secretário-Geral da NATO para a Vizinhança Sul.
Em entrevista aos meios de comunicação social espanhóis Agenda Publica, o Sr. Colomina sublinhou que o Reino é "o país que demonstrou, nos últimos dois ou três anos, um desejo mais forte de reforçar a sua cooperação com a NATO em comparação com outros países da região".
Salientando a importância da convergência entre os interesses das duas partes, o responsável manifestou o desejo da NATO de beneficiar da experiência do Reino no combate às ameaças regionais "pelos seus próprios meios".
Marrocos pode, por sua vez, beneficiar das capacidades da Aliança em termos de comando, controlo, treino, estratégia militar e interoperabilidade, continuou.
A relação entre Marrocos e a NATO "deve ser mutuamente benéfica", insistiu o Representante Especial do Secretário-Geral da Aliança.
Questionado sobre a possibilidade de adesão dos países vizinhos do sul à Aliança Atlântica, o Sr. Colomina explicou que é dada prioridade à consolidação das relações políticas e à cooperação operacional com os Estados que já são membros e com outros que não o são.
Deu nota, a este respeito, que vários países em África e noutras regiões do mundo estão actualmente a examinar esta possibilidade.
Comentários (0)