- 17:16Marrocos lidera os países do Norte de África no novo Índice de Estabilidade Global.
- 16:33O Parlamento Britânico discute a questão do Saara Ocidental no meio de apelos para reconhecer a sua identidade marroquina.
- 15:55Marrocos: Organização Internacional do Trabalho congratula-se com nova lei da greve
- 15:26Ambientalistas da ZERO juntam-se à resistência contra as escolhas estratégicas de mineração da Europa
- 14:43Português tenta traficar mais de 1 milhão de euros em cocaína para o Reino Unido em cadeira de rodas
- 13:00Quarenta países correm o risco de perder o Mundial de 2026 por causa de Trump
- 11:42Dacia Sandero, produzido em Marrocos, torna-se o automóvel mais vendido na Europa em 2025
- 11:19OpenAI regista aumento de utilizadores após o lançamento do recurso de geração de imagens ChatGPT
- 10:38Um grande projeto de montagem de aerogeradores em Marrocos
Siga-nos no Facebook
Albuquerque considera visita de Marcelo à Madeira desnecessária
“O que é que ele vem fazer?”, questionou o líder madeirense em declarações aos jornalistas, acrescentando que Marcelo Rebelo de Sousa “não tem nada para ver” na ilha, apenas “mato queimado”
O presidente do Governo da Madeira considerou este domingo desnecessária a visita do Presidente da República à região na sequência dos incêndios de agosto. Miguel Albuquerque assegurou recusar ceder a “chantagens” para demitir o presidente da proteção civil no arquipélago.
“O que é que ele vem fazer?”, questionou o líder madeirense em declarações aos jornalistas, acrescentando que Marcelo Rebelo de Sousa “não tem nada para ver” na ilha, apenas “mato queimado” e “não houve nenhuma casa nem nenhuma infraestrutura afetada”.
Albuquerque adiantou que o Chefe de Estado lhe telefonou para inteirar-se da situação e lhe deu as explicações necessárias, opinando que este assunto “está arrumado”.
Sobre a situação de algumas forças e entidades estarem a pedir a demissão de responsáveis da proteção civil regional, criticando a estratégia adotada para combater os incêndios de agosto na ilha, respondeu: “Não estou sujeito a chantagens nem posso trabalhar em função da chantagem”.
“Se querem um líder do governo a deambular consoante aquilo que se diz na internet ou os gostos momentâneos da opinião pública, nós ficamos sem rumo”, acrescentou Albuquerque, enfatizando que alguém tem de demonstrar “que houve negligência ou incompetência na gestão dos incêndios”.
“Eu não vou por preconceitos, nem aquilo que se diz nas redes sociais. Temos que olhar para a realidade”, vincou, citado pela agência Lusa. O responsável insular destacou que “os resultados estão à vista”, porque não houve vítimas mortais, nenhuma infraestrutura ou casa afetadas e “só um núcleo residual da Laurissilva foi afetado”.
Comentários (0)